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08 de fevereiro de 2012, 19h14

Fórum nas bancas: A contagem regressiva do kirchnerismo

Se não é possível apontar um vencedor nas eleições parlamentares ocorridas na Argentina no final de junho, pode-se afirmar que houve um grande perdedor: o kirchnerismo. Cristina Kirchner, foi eleita em 2007 com quase 50% dos votos, contava então com maioria no parlamento e, agora, tem uma base política bem mais frágil.

As eleições mudaram 127 cadeiras na Câmara e 24 no Senado, sendo que agora o governo tem 94 deputados aliados, longe do quórum mínimo de 129 para aprovar seus projetos. A ausência do povo argentino também marcou o processo eleitoral: 50% do eleitorado foi às urnas, abstenção que não se vê desde 2001, quando houve uma das maiores crises políticas e econômicas da história da Argentina.

Para Osvaldo Coggiola, historiador da Universidade de São Paulo (USP), a fragilidade política do kirchnerismo não vem de agora. “A base política parecia forte, mas não era tanto. O kirchnerismo foi uma saída de crise diante de uma situação de crise”. Ele lembra que o governo de Nestor Kirchner só se formou para resolver a situação de extrema instabilidade política de 2002, unindo setores da sociedade argentina até com interesses contraditórios. Confira trechos da entrevista.

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