Funcionário do Carrefour desaparece e é encontrado dois dias depois preso em elevador

A loja funcionou normalmente durante o período do desaparecimento e ninguém notou que o homem estava preso dentro do equipamento

Um trabalhador do Carrefour, localizado na cidade de Santos (SP), que estava desaparecido desde o último sábado (25), ao encerrar o expediente, foi encontrado preso dentro do elevador do supermercado na manhã desta segunda-feira (27).

A loja funcionou normalmente durante o domingo (26), mas ninguém notou que o funcionário estava preso dentro do equipamento. O rapaz ficou sem comer e sem beber durante todo o período.

De acordo com informações do G1, o funcionário trabalha há cerca de sete anos na unidade do Carrefour da Avenida Conselheiro Nébias, em Santos.

Como o trabalhador não voltou pra casa, a mãe dele resolveu pedir ajudar nas redes sociais, visto que o filho sempre avisava quando ia para outro lugar e que, além disso, ele faz uso de remédios controlados.

O Carrefour informou que o funcionário ficou preso em um elevador de cargas que, por motivos desconhecidos, parou de funcionar. O equipamento fica em local com acesso restrito e, segundo a empresa, é visitado poucas vezes no dia a dia do mercado.

Ainda de acordo com o Carrefour, uma investigação foi instaurada para apurar por qual motivo o funcionário “supostamente” não pediu ajuda.

Por fim, a empresa afirmou que o funcionário passa bem, está em casa com a sua família e que está prestando toda a assessoria necessária ao trabalhador e à sua família.

A família do trabalhador afirmou que não vai se pronunciar sobre o caso.

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Marcelo Hailer

Jornalista (USJ), mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e doutor em Ciências Socais (PUC-SP). Professor convidado do Cogeae/PUC e pesquisador do Núcleo Inanna de Pesquisas sobre Sexualidades, Feminismos, Gêneros e Diferenças (NIP-PUC-SP). É autor do livro “A construção da heternormatividade em personagens gays na televenovela” (Novas Edições Acadêmicas) e um dos autores de “O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente” (AnnaBlume).