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16 de janeiro de 2017, 10h38

Gerente de boate gay é assaltado e, ao pedir ajuda, é espancado

Gerente de boate gay na Rua Peixoto Gomide foi assaltado por quatro homens. Ao pedir ajuda a um motorista, o rapaz foi espancado. O caso aconteceu na região da Consolação, no Centro de São Paulo. A mãe do rapaz quer que a polícia investigue o motivo da agressão. “Eu não sou a primeira mãe (de vítima de agressão), nem vou ser a última. Está acontecendo isso a torto e a direito como se (os jovens) fossem uma poeira, nada. Não dá para deixar para lá. Eu vou até o fim”.

Gerente de bate gay na Rua Peixoto Gomide foi assaltado por quatro homens. Ao pedir ajuda a um motorista, o rapaz foi espancado. O caso aconteceu na região da Consolação, no Centro de São Paulo. A mãe do rapaz quer que a polícia investigue o motivo da agressão. “Eu não sou a primeira mãe (de vítima de agressão), nem vou ser a última. Está acontecendo isso a torto e a direito como se (os jovens) fossem uma poeira, nada. Não dá para deixar para lá. Eu vou até o fim”.

Da redação com Informações do Bom Dia São Paulo

Rodrigo Ambrogi, de 19 anos, gerente de bate gay na Rua Peixoto Gomide, foi assaltado por quatro homens. Ao pedir ajuda a um motorista, o rapaz foi espancado. O caso aconteceu na região da Consolação, no Centro de São Paulo, na madrugada de domingo (15). No hospital, ele disse não saber por que foi agredido.

Na delegacia, o caso foi registrado como roubo e lesão corporal. A mãe do rapaz quer que a polícia investigue o motivo da agressão. “Eu não sou a primeira mãe (de vítima de agressão), nem vou ser a última. Está acontecendo isso a torto e a direito como se (os jovens) fossem animais. Animais não, que animal a gente não maltrata, como se fossem uma poeira, um nada. Não dá para deixar para lá. Eu vou até o fim”, desabafou Cristiane Ambrogi.

Rodrigo conta que saiu do trabalho por volta das 5 horas para comprar comida, quando foi cercado por quatro assaltantes que roubaram seu celular.

O jovem correu para pedir ajuda e abordou um carro que saía de uma garagem. “Pedi socorro e acho que o motorista não me ouviu direito. Ele desceu do carro e me deu dois socos no nariz. Desmaiei e não me lembro de mais nada”, disse.

O estudante Kaique Santos de Souza presenciou a agressão. “O homem dizia ‘ah, vocês estão fazendo barulho aqui! Vão para outro lugar!’. Foi muito rápido e intenso”, contou.

“Avisamos que o rapaz tinha sido assaltado, mas o homem não deu bola e continuou batendo. Quando Rodrigo caiu, uma mulher e outro rapaz que estavam no carro do agressor chamaram-no para dentro do veículo, disseram para deixar para lá e não se envolver”, continuou Kaique.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse que foi solicitado exame de corpo de delito da vítima e que o caso vai ser encaminhado para o 4º Distrito Policial (DP) para ser investigado.

Foto: Reprodução Bom Dia São Paulo


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