Gloria Groove diz que participar do BBB seria um “pesadelo”

A cantora fez a declaração diante de especulações de que o seu nome estaria cotado para a próxima edição do reality

A edição do Big Brother Brasil 22 se aproxima e com ela a especulação de nomes de alguns participantes, visto que nas últimas edições a Globo tem convidado artistas e influencers para integrarem o elenco.

Um desses nomes é o da drag e cantora Gloria Groove, que reagiu ao saber que estava entre as especulações afirmando que participar do programa seria como “acordar em um pesadelo”.

Em tom de ironia, ela respondeu aos seus fãs: “Eu falo pro Boninho: ‘você não me vem com ideia não! Se você quiser que eu vá cantar nas festas, eu vou!'”.

Em seguida, Groove afirmou que não se sente pronta para tal desafio. “Mas sério, eu não me sinto pronta para fazer uma parada dessas. Eu ia me sentir muito perdida no personagem. Ninguém de perto é legal”.

“Distopia”

A artista também afirmou que participar do BBB22 seria o “auge da distopia”.

“Pelo amor de Deu, eu tô fora! Pra mim isso é o auge da distopia. Ia ser tipo acordar num pesadelo muito louco”, declarou.

“Não tenho porque ficar aqui convencendo todo mundo que eu sou uma pessoa maravilhosa e que eu ia ser uma fofa. Não faço a menor ideia […] você está sendo julgado, analisado e analisando e julgando porque é só o que tem para fazer o dia inteiro. Me assusta um pouco”, analisou a cantora.

Mano a Mano

A cantora Gloria Groove recentemente participou do podcast Mano a Mano, que é conduzido pelo rapper e vocalista dos Racionais MC’s, Mano Brown.

Com informações do Splash

Publicidade
Avatar de Marcelo Hailer

Marcelo Hailer

Jornalista (USJ), mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e doutor em Ciências Socais (PUC-SP). Professor convidado do Cogeae/PUC e pesquisador do Núcleo Inanna de Pesquisas sobre Sexualidades, Feminismos, Gêneros e Diferenças (NIP-PUC-SP). É autor do livro “A construção da heternormatividade em personagens gays na televenovela” (Novas Edições Acadêmicas) e um dos autores de “O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente” (AnnaBlume).