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23 de novembro de 2019, 19h42

Greve dos professores no Rio Grande do Sul já é a maior dos últimos anos

Apesar de não ter ganhado projeção nacional ainda, a greve dos professores do Rio do Sul já bate números das anteriores, contabilizando mais de 1.500 escolas paralisadas.

Foto: Reprodução / CPERS

Professores do Rio Grande do Sul estão protagonizando uma das maiores greves dos últimos anos no estado. Há cinco anos eles recebem seus salários parcelados e viram suas condições de trabalho serem ainda mais precarizadas sob o governo de Eduardo Leite (PSDB-RS).

Nessa semana, uma thread de Luiz Damasceno viralizou depois de expor a paralisação: “Quem tem contrato emergencial não pode tirar mais de 15 dias de atestado em licença-saúde ou é demitido. Tem gente com câncer indo pra rua”, diz Damasceno.

 

A greve ainda tem sido alvo de constantes ataques de políticos como Fábio Ostermann Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo Partido Novo.

Além disso, o governador soltou circular interna determinando corte de ponto de professores em greve. Em nota oficial, o Sindicato dos Professores e Funcionários de Escola do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS-Sindicato), declarou ser ilegitma a ação de Leite:  “o STF já definiu, em julgamentos em 2006 e 2007, que a autorização do corte de ponto conforme a Lei Geral da Greve (7.783/89) não se estende aos casos em que houver atraso salarial”.


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