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22 de julho de 2015, 16h55

Inaugurado o Banco do Brics, a alternativa financeira ao FMI

Criado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (Brics), o banco de desenvolvimento começou a operar com um fundo de US$ 100 bilhões para reagir às possíveis "contingências" e financiar projetos de infraestrutura, ameaçando a atual hegemonia norte-americana nas finanças mundiais.

Criado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (Brics), o banco de desenvolvimento começou a operar com um fundo de US$ 100 bilhões para reagir às possíveis “contingências”  e financiar projetos de infraestrutura, ameaçando a atual hegemonia norte-americana nas finanças mundiais 

Por Redação 

Foi inaugurado nesta terça-feira (21), em Xangai, na China, o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), entidade financeira criada pelos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Com um fundo inicial de US$ 100 bilhões, a instituição atuará como alternativa ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e ao Banco Mundial (BM). De acordo com o indiano Kundapur Vaman Kamath, um dos diretores do banco dos Brics, essas entidades monopolizam o sistema financeiro global e são dominadas, principalmente, pelos Estados Unidos.

A criação do banco foi aprovada na 4ª Reunião de Cúpula Anual do Brics – ocorrida na Índia em 2012 – e a instituição será presidida por Kamath. O brasileiro Paulo Nogueira Batista Júnior será um dos vice-presidentes.

Foto: Divulgação 

 

 

 

 

 

 


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