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18 de janeiro de 2020, 17h08

Le Monde lança o termo “goebbolsonarista” e diz que Roberto Alvim não é o único caso no governo

O texto cita alguns exemplos desses outros “goebbolsonaristas”, como o “monarquista convicto” Rafael Nogueira, que dirige a Biblioteca Nacional, e Dante Mantovani, o novo presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes), terraplanista assumido.

Jair Bolsonaro e o ex-secretário de Cultura, Roberto Alvim (Foto: Divulgação)

O episódio iniciado com o vídeo de Roberto Alvim parafraseando o ideólogo nazista Joseph Goebbels não parece ter terminado com a sua exoneração da Secretaria da Cultura.

A repercussão internacional do caso continua sendo intensa, e neste sábado (18) foi a vez do jornal francês Le Monde publicar suas impressões.

O periódico europeu criou até uma expressão especial para se referir a Alvim: “goebbolsonarista”. E não parou por aí, pois também assegurou que ele não é a única figura no alto escalão do governo de Jair Bolsonaro com esse perfil, e com “disposição para criar uma máquina de guerra cultural”.

O texto cita alguns exemplos desses outros “goebbolsonaristas”, como o “monarquista convicto” Rafael Nogueira, que dirige a Biblioteca Nacional, e Dante Mantovani, o novo presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes), terraplanista assumido.

“Muita gente suspeitava que o governo de extrema direita brasileiro tinha simpatia pelo Terceiro Reich e, agora, tiveram a prova”, diz o jornal francês.


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