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31 de agosto de 2016, 13h10

Lewandowski aceita fazer duas votações do impeachment

Na reta final do processo, uma votação decidirá se Dilma Rousseff deve sofrer o impeachment; a outra irá definir se a presidenta mantém seus direitos políticos, podendo ocupar cargos e funções públicas no futuro.

Na reta final do processo, uma votação decidirá se Dilma Rousseff deve sofrer o impeachment; a outra irá avaliar se a presidenta mantém seus direitos políticos, podendo ocupar cargos e funções públicas no futuro

Por Matheus Moreira

Após o debate dos senadores sobre pedido de votação da cassação do mandato de Dilma Rousseff separada da votação da cassação dos direitos políticos, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que comanda a sessão, aceitou a solicitação.

Com o deferimento, Dilma poderia, caso ganhe na segunda votação, manter os seus direitos políticos e, portanto, ocupar cargos e funções públicas. Do contrário, ela ficaria inelegível por oito anos e impossibilitada de assumir função pública pelo mesmo período, a partir de 1º de janeiro de 2019.

O pedido foi parte da estratégia do PT para minimizar o eventual impacto, caso a presidenta seja afastada definitivamente por dois terços do Senado. A bancada do partido na Casa acredita que o sentimento de culpa pela rigidez da punição a Dilma pode tornar mais plausível a votação em separado.

Foto de capa: Lula Marques


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