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16 de dezembro de 2016, 15h08

Malafaia protesta contra condução coercitiva dele, mas apoiou a de Lula

O pastor, investigado por lavagem de dinheiro na Operação Timóteo, mudou seu discurso sobre a ação da Polícia Federal.

O pastor, investigado por lavagem de dinheiro na Operação Timóteo, mudou seu discurso sobre a ação da Polícia Federal

Por Redação

Alvo de condução coercitiva na Operação Timóteo, que investiga fraudes em royalties de mineração, o pastor Silas Malafaia mudou seu discurso sobre a ação da Polícia Federal. Em março, quando o ex-presidente Lula foi levado pela PF para prestar esclarecimentos em outra ocasião, o religioso afirmou: “Só para lembrar: o juiz Sérgio Moro não cometeu nenhuma ilegalidade ao convocar, coercitivamente, Lula para depor. Só falácia de petistas”.

Porém, nesta sexta-feira (16), ele se mostrou indignado ao ter que passar pela situação. “É a tentativa para me desmoralizar na opinião pública. Não poderia ter sido convidado para depor? Vergonhoso”, escreveu no Twitter. O líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo é acusado de emprestar contas correntes para ocultar a origem ilícita de um esquema de corrupção.

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No entanto, a medida foi considerada exagerada até mesmo por críticos do pastor. O senador Roberto Requião (PMDB-PR) postou sobre o assunto hoje. “Não sou ovelha do Malafaia, mas não vou saudar tolamente condução coercitiva a margem da lei. Processar Malafaia é legítimo. Condução coercitiva sem intimação recusada é abuso de poder. Oh têmpora Oh mores!”, disse.


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