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09 de fevereiro de 2015, 09h16

Malala apela por libertação de estudantes nigerianas

Malala propôs que os candidatos à próximas eleições na Nigéria deem prioridade à libertação das estudantes nos primeiros 100 dias de legislatura. “Essas jovens arriscaram tudo para obter uma educação que a maioria de nós tem garantida. Não podemos esquecê-las”, afirmou a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz.

Malala propôs que os candidatos à próximas eleições na Nigéria deem prioridade à libertação das estudantes nos primeiros 100 dias de legislatura. “Essas jovens arriscaram tudo para obter uma educação que a maioria de nós tem garantida. Não podemos esquecê-las”, afirmou a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz

Por Agência Lusa

A jovem paquistanesa Malala Yousafzai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz no ano passado, pediu no domingo (8) mais esforços para a libertação das estudantes nigerianas sequestradas em abril do ano passado por militantes do grupo Boko Haram.

Em sua página na internet, Malala criticou a “pobre” resposta à situação, acrescentando que, se os pais das meninas fossem influentes política ou economicamente, “muito mais teria sido feito para libertá-las”. Segundo Malala, como são originárias de uma área pobre do Noroeste da Nigéria, pouco mudou desde que foram sequestradas”, lamentou a jovem opositora do regime talibã, que atualmente vive no Reino Unido.

Malala propôs que os candidatos às próximas eleições na Nigéria deem prioridade à libertação das estudantes nos primeiros 100 dias de legislatura. “Essas jovens arriscaram tudo para obter uma educação que a maioria de nós tem garantida. Não podemos esquecê-las”, afirmou a ganhadora do Prêmio Nobel.

Neste domingo, em uma cidade fronteiriça do Sudeste da Nigéria, em um novo ataque do Boko Haram, uma explosão matou pelo menos uma pessoa e feriu dez, disseram testemunhas e fontes hospitalares. Os militantes islâmicos atacaram a cidade de Diffa antes do amanhecer, dois dias após o lançamento de seu primeiro grande ataque na zona fronteiriça. A causa da explosão em Diffa ainda não é conhecida – algumas fontes falam em ataque suicida e outras, em atentado a bomba ou morteiro.

Foto de capa: Reprodução/YouTube


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