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23 de Maio de 2016, 12h55

“Não tenho nada a temer”, diz Jucá sobre conversa em que ‘planeja’ o golpe

Em entrevista coletiva, o ministro do Planejamento do governo provisório afirmou que não vai renunciar ao cargo e que não havia, na conversa revelada hoje em que sugeria um ‘pacto’ para interromper a Lava Jato, “nada que o comprometesse”

Por Redação

O ministro do Planejamento do governo provisório, Romero Jucá (PMDB), afirmou em entrevista coletiva que concedeu no início da tarde desta segunda-feira (23), que não pretende deixar o cargo por conta da divugação do áudio de uma conversa entre ele e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

Na conversa, o peemedebista “planeja” a interrupção da Lava Jato por meio de um ‘pacto’ que passaria pelo afastamento da presidenta Dilma Rousseff.

“Não tenho nada a temer, não devo nada a ninguém. Estou tranquilo”, disse Jucá na coletiva. De acordo com o ministro interino, nada do que foi revelado na conversa o compromete pois ele estaria falando de uma interrupção da Lava Jato como forma de estancar uma “sangria” no âmbito econômico, e que as frases divulgadas pela Folha estavam descontextualizadas.

“Não estou dizendo que houve descontextualização de tudo. As frases que estão ali, são frases que dentro do contexto da economia e da política, eu tenho repetido isso abertamente”, afirmou.


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