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14 de novembro de 2016, 14h50

O assassinato no clã Sarney

Mariana Costa foi encontrada morta com sinais de asfixia. Principal suspeito é o seu cunhado, que já foi levado para o Complexo de Pedrinhas, uma das piores prisões do Brasil.

Por Redação

Na noite deste domingo (13), a sobrinha-neta do ex-presidente da República José Sarney (PMDB), Mariana Costa, foi encontrada em seu apartamento em uma área nobre de São Luís (MA) com sinais de asfixia.

A cena não poderia ser pior, ela foi achada pelas duas filhas, de 11 e 9 anos, em sua cama. Mariana até chegou a ser levada para um hospital particular, mas não conseguiu resistir aos ferimentos. Até o momento, o principal suspeito de ter cometido o crime é o seu próprio cunhado, o empresário Lucas Leite Porto, casado com a irmã de Mariana Costa.

De acordo com a perícia da Polícia Civil, o empresário foi ao prédio para deixar a própria Mariana e as duas filhas após participarem de um culto. Porém, ele subiu uma segunda vez ao apartamento da cunhada e, após descer em definitivo, efetuou longas ligações no hall do edifício.

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As imagens das câmeras do Condomínio Garvey Park  ajudaram a polícia a prender Lucas Porto, autuado em flagrante. Após prestar depoimento, ele foi encaminhado para uma das piores prisões do Brasil, o Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Porto tinha marcas de arranhões no corpo e no rosto. As câmeras do prédio o mostraram saindo correndo pelas escadas do prédio.

Além de sobrinha-neta de Sarney, Mariana era casada com Marcos Renato, empresário do ramo de laticínios no Maranhão.


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