Ômicron: prefeitura de SP deve adiar liberação de máscaras em ambientes abertos

Com o surgimento da nova variante do coronavírus, a gestão municipal deve rever algumas flexibilizações

O surgimento da nova variante do coronavírus, a cepa Ômicron, e seu alto grau de transmissibilidade deve fazer com que a prefeitura de SP adie a liberação do uso de máscara em espaços abertos.

De acordo com o Plano SP de combate ao Coronavírus, estava previsto para o próximo dia 11 a desobrigação do uso de máscara em locais abertos e sem aglomeração, mas agora essa medida deve cair.

O secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, considera que o momento é “temerário” para desobrigar o uso de máscara, mesmo em ambientes abertos.

Todavia, o martelo ainda não está batido sobre questão, pois, a prefeitura de SP aguarda o resultado de um estudo próprio sobre a variante.

Um parecer definitivo da gestão deve ser anunciado na próxima segunda-feira (6).

Ômicron em SP?

Um homem que desembarcou em Guarulhos e que passou pela África do Sul está em observação, pois, testou positivo para a Covid.

Todavia, ainda não se sabe se o homem foi infectado pela nova variante, a Ômicron.

Neste momento, o Instituto Adolfo Lutz está fazendo o sequenciamento genético para a identificação da cepa do vírus para saber se é ou não a Ômicron.

O resultado deve ficar pronto em até cinco dias.

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Isolamento

Neste momento, o paciente está em isolamento e, de acordo com a prefeitura de SP, está com o esquema vacinal completo.

Trata-se de um morador de Guarulhos, que veio da Etiópia. Agora ele está em casa e apresenta sintomas leves da doença.

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Marcelo Hailer

Jornalista (USJ), mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e doutor em Ciências Socais (PUC-SP). Professor convidado do Cogeae/PUC e pesquisador do Núcleo Inanna de Pesquisas sobre Sexualidades, Feminismos, Gêneros e Diferenças (NIP-PUC-SP). É autor do livro “A construção da heternormatividade em personagens gays na televenovela” (Novas Edições Acadêmicas) e um dos autores de “O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente” (AnnaBlume).