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08 de fevereiro de 2012, 19h05

Para o secretário-geral da CUT, FSM erra ao não permitir agendas de consenso

Foto: Brunna Rosa

O secretário-geral da CUT, João Felício, acredita que o FSM poderia elencar alguns pontos de consenso que servissem como base para ações mundiais. A crítica ocorre porque está na Carta de Princípios do Fórum que "os encontros do Fórum Social Mundial não têm caráter deliberativo enquanto Fórum Social Mundial". "Nós da CUT defendemos que o FSM pudesse fechar consenso sobre algumas questões para que se desenhasse uma agenda mundial com base nelas", explica. "Poderiam ser movimentos globais contra o desarmamento, por exemplo, ou campanhas para o não-pagamento de dívida externa por parte de países pobres. Acredito que todos aqui, por ser um encontro de esquerda, apóiem causas desse tipo."

Ele também aproveitou para cutucar o Fórum Econômico, cada vez menos representativo. "Executivos que estiveram no Fórum de Davos há um ano hoje estão quebrados. Davos é um fórum falido e agora temos a demonstração clara de que tudo o que discutiram há anos virou pó."

Felício também considerou positivo o fato de cinco centrais sindicais participarem juntas do mesmo espaço no Fórum e ressaltou a importância de se manter contato com outras entidades. "Para nós, sindicalistas, o FSM é importante justamente para entrarmos em contato com outras organizações da sociedade civil", explica.


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