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26 de outubro de 2016, 16h05

Partidos já discutem possibilidade de queda Temer após delações da Odebrecht, diz colunista

Alguns nomes para suceder o presidente já começaram a circular no meio político. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e o ex-presidente do Supremo, Nelson Jobim, estão entre as possibilidades

Por Redação

Lideranças de partidos diversos como PT e PSDB já discutem a possibilidade do presidente Michel Temer (PMDB) não conseguir continuar no cargo depois que as delações dos funcionários da empreiteira Odebrecht vierem à tona.

Segundo as informações da coluna da jornalista Mônica Bérgamo, da Folha de S.Paulo, alguns nomes já começaram a circular no meio político. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e o ex-presidente do Supremo, Nelson Jobim, estão entre as possibilidades.

Caso Temer caia antes de terminar o mandato, o próximo presidente será eleito de forma indireta pelo Congresso Nacional.

Nelson Jobim foi ministro dos governos FHC, Lula e Dilma e, por isso, teria vantagem em conseguir circular por todos os principais partidos e, quem sabe, conseguir um mínimo de consenso em caso de crise.  Porém, ele prestou consultoria para Odebrecht quando ela começou a ser investigada na Operação Lava Jato.

Os questionamentos em relação a uma possível queda do governo Temer surgiram depois que de informações de que a delação da empreiteira pode atingir os três principais auxiliares do presidente: Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil, Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, e Moreira Franco, do Programa de Parcerias de Investimentos, além do próprio presidente.

A delação, que deve ter mais de uma centena de parlamentares citados, pode incluir também o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), segundo pessoa próxima às negociações da empresa com o Ministério Público Federal.

Foto: Beto Barata/PR


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