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17 de dezembro de 2019, 11h18

Pimenta rebate Transparência Internacional sobre impactos da Lava Jato

ONG havia reagido ao posicionamento do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmando que a Lava Jato "destruiu empresas"

Foto: Gustavo Bezerra

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) rebateu nesta terça-feira (17) uma postagem da ONG Transparência Internacional a respeito dos impactos da Lava Jato na economia brasileira.

A organização, conhecida por seu apoio à operação brasileira, havia reagido ao posicionamento do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, afirmando que a Lava Jato “destruiu empresas”, em referência ao desmonte e paralisação da indústria de construção civil brasileira.

A Transparência Internacional afirmou então que uma série de grandes empresas haviam quebrado “por corrupção”: Enron, Worldcom, Arthur Andersen, AIG, Lehman Brothers, Madoff e Banco Espírito Santo. “Onde há competição e rule of law [Estado de Direito], negócios baseados na trapaça não sobrevivem”, afirmou a entidade.

Em sua resposta, Pimenta rebateu cada um dos exemplos. Parte das empresas quebraram por conta de questões contábeis, outras seguiram atuando e um dos exemplos, na realidade, foi reconhecido pela Suprema Corte dos EUA como caso de perseguição através do uso de instrumentos jurídicos.

O deputado foi além e citou uma série de empresas envolvidas em grandes escândalos de corrupção que não foram desmontadas durante investigações e ações judiciais, como a Siemens e a Volkswagen.

“Combater a corrupção, sim! Foi o Congresso que aprovou a legislação usada pela Lava Jato, mas não para fazer lawfare e destruir a economia do país!”, escreveu o congressista.

A Transparência Internacional, até o momento, não reagiu às ponderações de Paulo Pimenta.

 

 


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