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12 de janeiro de 2017, 13h57

PM não admite fim de relacionamento e mata ex-namorada

Testemunha afirma que o PM arrastou a jovem pelos cabelos, deu vários tiros, foi ao carro, carregou a arma e disparou mais vezes.

Testemunha afirma que o PM arrastou a jovem pelos cabelos, deu vários tiros, foi ao carro, carregou a arma e disparou mais vezes.

Por Redação*

O soldado da Polícia Militar, Márcio da Silva Lima, 31,  matou a ex-namorada, Janaína Mitiko, 32,  a tiros em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo, na noite de quarta-feira (11), informou a Polícia Militar. Ele não aceitava o término do relacionamento, segundo uma amiga comentou nas redes sociais nesta quinta-feira (12).

De acordo com testemunha que não quis se identificar, o PM deu vários tiros na jovem, foi ao carro, carregou a arma e disparou mais vezes nesta quarta-feira (11) em Itaquera, Zona Leste de São Paulo. “Escutamos vários tiros. Do nada, parou um pouquinho e continuaram vários de novo. Foi uma coisa terrível, horrível mesmo. Ele pegou, arrastou pelo cabelo, jogou no chão e só foi… acabaram as balas, ele foi no carro, encheu o pente de novo e descarregou”, disse a testemunha que não quis se identificar.

As informações iniciais são de que o casal namorou por cerca de um ano e meio. Após ter sido agredida pelo namorado, antes do Natal, Janaina Mitiko, de 32 anos, terminou o relacionamento.

Janaina passou a receber ameaças do homem, que a esperou na porta de casa por volta das 22 horas desta quarta, em Itaquera. Após agredi-la, o criminoso efetuou disparos e fugiu.

Uma amiga de Janaina lamentou o caso nas redes sociais. “Uma das partes não aceita o término e comete o crime. (…) É o fim de duas vidas: de um lado, uma moça linda fazendo faculdade de Pedagogia e uma mãe que gostaria de ver a filha formada, e do outro um homem se achando maior que Deus e ao mesmo tempo legal, com uma carreira destruída”, disse.

O criminoso acabou se apresentando na 1ª Cia do 39º BPM e foi autuado em flagrante por homicídio no 24º DP. Às 9h30 desta quinta, o homem estava no presídio Romão Gomes, e o local do crime estava preservado para a realização da perícia.

*Com informações do portal G1


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