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11 de setembro de 2014, 13h19

Taxa de desmatamento da Amazônia é a segunda menor desde 1988

Mesmo com aumento de 29% em relação a 2012, quando foi verificada a menor taxa, Inpe diz que houve redução de 79% desde 2004

Mesmo com aumento de 29% em relação a 2012, quando foi verificada a menor taxa, Inpe diz que houve redução de 79% desde 2004

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou ontem (10) o relatório sobre o desmatamento na Amazônia. Segundo o levantamento foram desmatados, entre agosto de 2012 e julho de 2013, 5.891 km², um aumento de 1% em relação ao anúncio feito em novembro do ano passado pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que estimava perda de 5.843 km² de floresta.

Os dados são captados pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes). Apesar do ligeiro aumento na previsão, esse índice de desmatamento é o segundo mais baixo da história da Amazônia Legal, desde que a região começou a ser monitorada pelo Inpe, em 1988.

Em 2012 foi verificada a menor taxa, quando tinham sido desmatados 4.571 km². Portanto, se comparado  a 2012, o aumento foi de 29%.

O órgão avalia que “o resultado corrente aponta existir eficácia no combate ao desmatamento, particularmente a partir da criação, em 2004, do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Casa Civil da Presidência da República, com uma redução de 79% desde 2004”.

De acordo com o último relatório, Mato Grosso e Pará foram os estados que mais desmataram, conforme números abaixo.

(Fonte: Inpe)

(Fonte: Inpe)

 

(Foto Capa: Tomaz Silva/Agência Brasil)


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