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23 de abril de 2016, 14h53

‘Uma assembleia geral de bandidos comandada por um bandido’

Jornalista português Miguel Souza Tavares disse em comentário na TV que está espantado com o nível da política brasileira, após ver o show de horrores transmitido ao vivo na votação do impeachment na Câmara, sob comando de Eduardo Cunha; assista.

Jornalista português Miguel Souza Tavares disse em comentário na TV que está espantado com o nível da política brasileira, após ver o show de horrores transmitido ao vivo na votação do impeachment na Câmara, sob comando de Eduardo Cunha; assista

Por Brasil 247

A imprensa internacional continua alarmada com o golpe que a presidente Dilma Rousseff pode sofrer se o pedido de impeachment que tramita no Congresso Nacional for aprovado no Senado.

Jornalista português Miguel Souza Tavares disse em comentário na TV que está espantado com o nível da política brasileira, após ver o show de horrores transmitido ao vivo no domingo (17) na votação do impeachment na Câmara, sob comando do presidente da Casa, o deputado Eduardo Cunha.

Além de dizer que não há base jurídica nem constitucional para o impedimento de Dilma, o jornalista português é mais um a contestar as condições éticas e morais de Cunha como condutor do processo.

“Nunca vi o Brasil ser tão baixo. O que se passou no Congresso brasileiro ultrapassou tudo o que existe. Não é discutível. Foi uma assembleia geral de bandidos comandada por um bandido chamado Eduardo Cunha, fazendo a destituição de uma presidente sem qualquer base jurídica nem constitucional. Parece uma falta de dignidade, que o é”, diz Miguel Souza Tavares.

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