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23 de junho de 2016, 12h41

Villa cai de novo em armadilha e ataca Haddad com agenda de Temer

Comentarista da rádio Jovem Pan, Marco Antônio Villa diz que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), vai embora para casa às cinco e meia da tarde num dia em que a agenda do presidente interino, Michel Temer, a quem queria agradar, se encerrou às 15h.

Comentarista da rádio Jovem Pan, Marco Antônio Villa diz que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), vai embora para casa às cinco e meia da tarde num dia em que a agenda do presidente interino, Michel Temer, a quem queria agradar, se encerrou às 15h

Por Brasil 247

O comentarista da Rádio Jovem Pan Marco Antônio Villa caiu de novo na armadilha que ele mesmo armou. Ao marcar pari passu a agenda do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), ele já se deu mal quando, no mês passado, caiu na pegadinha de atacar, como se fosse do petista, a agenda que na verdade era do governador tucano Geraldo Alckmin.

Agora, por um atalho diferente, Villa errou de novo o alvo. Quis acertar, como sempre, em Haddad, mas pegou em cheio no presidente interino Michel Temer, a quem queria agradar.

Na manhã desta quarta-feira 22, Villa foi escalado pela Jovem Pan para ser um dos entrevistadores de Temer, em ping-pong que foi ao ar ao vivo. Após a entrevista, Villa saiu-se com essa:

“Fiz até questão de perguntar (a Temer) sobre a agenda de trabalho. Não, ele fica (trabalhando) até duas, três horas da manhã. Vê, o prefeito ocioso de São Paulo, que envergonha São Paulo, às cinco e meia da tarde, às cinco, outro dia às quatro da tarde, que eu li aqui, ele para de trabalhar, né?”.

O problema, para Villa, é que exatamente nesta quarta-feira 22, a agenda de Temer marca apenas dois compromissos:

10h30 — Reunião com ministros do Núcleo Econômico; local Palácio do Planalto.
15h00 — Cerimônia de posse do novo presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE – Paulo Rabello de Castro; local Palácio do Planalto.

Mais nada.

Pelo raciocínio enviesado do historiador, Temer, após as 15h, não fez mais nada. Parou de trabalhar. Como o interesse de Villa, porém, não é criticar o presidente interino, assim como é o de preservar o tucano Geraldo Alckmin, que o emprega como comentarista na TV Cultura, ao atacar a agenda de Haddad num dia praticamente sem compromissos oficiais de Temer, Villa deu mais um tiro no próprio pé.

Leia também: Como protesto, Haddad prega peça em comentarista da Jovem Pan


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