sábado, 24 out 2020
Publicidade

Vitinho é o 7º jogador do Flamengo a confirmar Covid-19 no Equador

Equipe está no país para disputar jogos da Libertadores; em meio à explosão de casos no time, Crivella quer reabrir Maracanã para torcida em jogo do rubro-negro

O atacante Vitinho foi o sétimo atleta do Flamengo a testar positivo para o novo coronavírus no Equador. O resultado foi divulgado A equipe está naquele país desde a semana passada, para duas partidas pela Taça Libertadores. Nesta terça-feira, o atual campeão do torneio pega o Barcelona de Guayaquil. 

E terá de enfrentar mais um desfalque, além dos seis que já estavam confirmados. O resultado que mostrou que Vitinho está infectado veio na contraprova. O Flamengo omitiu o nome do atleta no comunicado oficial. No entanto, ele já tinha sido vetado para a partida passada, contra o Independiente Del Valle, por causa de um quadro gripal. Na nota que anuncia a sétima infecção no elenco, o Flamengo diz que o atleta está isolado, assintomático e assistido pelo departamento médico do clube. 

Antes de Vitinho, outros seis atletas já tinham sido confirmados com Covid-19 no Equador. São eles: o meia Diego, os atacantes Bruno Henrique e Michael e os laterais Filipe Luís, Isla e Matheuzinho. 

Maracanã para torcida 

Em meio à pandemia do novo coronavírus, o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos), anunciou na última sexta-feira que vai reabrir o Maracanã para a torcida no dia 4 de outubro. Especificamente, na partida entre Flamengo e Athletico-PR, pelo Campeonato Brasileiro. 

O prefeito quer que 20 mil pessoas vão ao estádio, o que, para ele, significaria “20 mil pessoas a menos nas praias”.  A ideia é haver regras de distanciamento e sanitização.    

Os demais times cariocas da série A do Brasileirão – Botafogo, Fluminense e Vasco – são contrários à reabertura dos estádios para torcedores neste momento. Alegam que não haveria isonomia se apenas os times do Rio puderem jogar com público. 

 

Fabíola Salani
Fabíola Salani
Graduada em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo. Trabalhou por mais de 20 anos na Folha de S. Paulo e no Metro Jornal, cobrindo cidades, economia, mobilidade, meio ambiente e política.