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18 de fevereiro de 2019, 09h51

Notificado pelo STF por chamar brasileiro de canibal, Veléz-Rodriguez diz: “amo o Brasil e nosso povo”

Colombiano de nascimento, Rodríguez afirmou em entrevista que, viajando, o brasileiro "rouba coisas dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião; ele acha que sai de casa e pode carregar tudo”

Foto: Reprodução
Após ser notificado pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), na quinta-feira (14) a dar explicações sobre uma entrevista em que disse que o brasileiro se transforma em um “canibal” ao viajar, o ministro da Educação, Ricardo Vélez-Rodriguez publicou nesta segunda-feira (18) uma mensagem em seu Twitter dizendo que ama “o Brasil e nosso povo”. “Amo o Brasil e o nosso povo, de forma incondicional, desde a minha chegada aqui, em 1979 e, especialmente, desde a minha naturalização como brasileiro, em 1997. A entrevista à revista Veja colocou palavras minhas fora de contexto. Peço desculpas a quem tiver...

Após ser notificado pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), na quinta-feira (14) a dar explicações sobre uma entrevista em que disse que o brasileiro se transforma em um “canibal” ao viajar, o ministro da Educação, Ricardo Vélez-Rodriguez publicou nesta segunda-feira (18) uma mensagem em seu Twitter dizendo que ama “o Brasil e nosso povo”.

“Amo o Brasil e o nosso povo, de forma incondicional, desde a minha chegada aqui, em 1979 e, especialmente, desde a minha naturalização como brasileiro, em 1997. A entrevista à revista Veja colocou palavras minhas fora de contexto. Peço desculpas a quem tiver se sentido ofendido”, tuitou.

Colombiano de nascimento, Rodríguez afirmou em entrevista que, viajando, o brasileiro “rouba coisas dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião; ele acha que sai de casa e pode carregar tudo”. Esse é o tipo de coisa que tem de ser revertido na escola”, disse o ministro na ocasião.

Veja também:  “Marxismo cultural”: a pós-verdade no palco da crise mundial capitalista (I)

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