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24 de janeiro de 2017, 10h34

O apagar dos grafites une todos contra Doria (até a Folha)

Com menos de um mês de mandato, o prefeito de São Paulo, João Doria, parece ter alcançado ao menos uma unanimidade. Ao começar a apagar os grafites da Avenida 23 de Maio, não consegue alguém que o defenda. Jornais, emissoras de rádio e TV, programas, artistas, jornalistas, o povo nas ruas, formam em uníssono um brado retumbante, que se uniu para criticar e desancar a medida.

Com menos de um mês de mandato, o prefeito de São Paulo, João Doria, parece ter alcançado ao menos uma unanimidade. Ao começar a apagar os grafites da Avenida 23 de Maio, não consegue alguém que o defenda. Jornais, emissoras de rádio e TV, programas, artistas, jornalistas, o povo nas ruas, formam em uníssono um brado retumbante, que se uniu para criticar e desancar a medida. Da Redação Com menos de um mês de mandato, o prefeito de São Paulo, João Doria, parece ter alcançado ao menos uma unanimidade. Ao começar a apagar os grafites da Avenida 23 de Maio,...

Com menos de um mês de mandato, o prefeito de São Paulo, João Doria, parece ter alcançado ao menos uma unanimidade. Ao começar a apagar os grafites da Avenida 23 de Maio, não consegue alguém que o defenda. Jornais, emissoras de rádio e TV, programas, artistas, jornalistas, o povo nas ruas, formam em uníssono um brado retumbante, que se uniu para criticar e desancar a medida.

Da Redação

Com menos de um mês de mandato, o prefeito de São Paulo, João Doria, parece ter alcançado ao menos uma unanimidade. Ao começar a apagar os grafites da Avenida 23 de Maio, não consegue alguém que o defenda. Jornais, emissoras de rádio e TV, programas, artistas, jornalistas, o povo nas ruas, formam em uníssono um brado retumbante, que se uniu para criticar e desancar a medida.

Nesta terça-feira (24) foi a vez da Folha de São Paulo sair com um editorial que defende os grafites que o prefeito gari, ao que parece, obcecado por limpeza – e vendo sujeira onde é manifestação artística – tem apagado.

Veja também:  Cartas do Pai: “Movimento dos Sem Remédios”

O texto, de saída, deixa claro, ao comparar o grafite com a pichação: “Bem diverso é o caso do grafite, expressão artística que tem na cidade de São Paulo um de seus centros mundiais mais reconhecidos”.

De acordo com o jornal, a atitude do prefeito “despertou imediata consternação por parte dos grafiteiros, que poderiam a justo título considerar-se vítimas de uma forma de vandalismo oficial”.

No final, o também liberal periódico fulmina: “João Doria, como se sabe, defende princípios liberais na economia e na política; como prefeito, entretanto, lança-se numa empreitada intervencionista e censória contra uma das poucas coisas que, pela espontaneidade criativa, tornam a cidade de São Paulo mais alegre e interessante de ver”.

 

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