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31 de maio de 2016, 10h28

Pânico no PMDB com delação de filho de Sérgio Machado

Expedito Machado Neto, filho caçula do ex-presidente da Transpetro, fechou acordo de colaboração após ter sido identificado como operador financeiro da cúpula do PMDB do Senado pela Lava Jato Por Redação O filho caçula de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, decidiu, assim como o pai, fazer um acordo de delação premiada com o Ministério Público. Expedito Machado Neto, conhecido também como Did, decidiu colaborar depois de a Operação Lava Jato tê-lo identificado como operador financeiro da cúpula do PMDB do Senado. As delações do pai e do filho já foram homologadas por Teori Zavascki, relator dos processos relativos à Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. Pelo acordo, ambos terão que devolver os...

Expedito Machado Neto, filho caçula do ex-presidente da Transpetro, fechou acordo de colaboração após ter sido identificado como operador financeiro da cúpula do PMDB do Senado pela Lava Jato

Por Redação

O filho caçula de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, decidiu, assim como o pai, fazer um acordo de delação premiada com o Ministério Público. Expedito Machado Neto, conhecido também como Did, decidiu colaborar depois de a Operação Lava Jato tê-lo identificado como operador financeiro da cúpula do PMDB do Senado.

As delações do pai e do filho já foram homologadas por Teori Zavascki, relator dos processos relativos à Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. Pelo acordo, ambos terão que devolver os recursos públicos apropriados indevidamente. Segundo o MP, que ainda não terminou de quantificar o total que será ressarcido, os “valores são surpreendentes”, conforme relato do jornal O Estado de S. Paulo.

Depois da delação firmada pelo Ministério Público com Sérgio Machado, responsável pelas gravações de diálogos com os senadores Romero Jucá (PMDB-RR)Renan Calheiros (PMDB-AL), e também com o ex-presidente José Sarney, parte da cúpula do PMDB temia que Did também fizesse o acordo de colaboração. Ele é controlador de um fundo de investimentos em Londres e seria o responsável pelo controle financeiro dos recursos do grupo.

Veja também:  Revista Veja trará novas denúncias do conluio entre Moro e procuradores da Lava Jato

Foto de capa: Antonio Cruz/Agência Brasil

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