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05 de março de 2019, 09h11

Paraíso do Tuiuti levanta Sapucaí com referência a Lula e crítica a Bolsonaro

Uma das alas finais, chamada "A peleja entre o bode da resistência e a coxinha ultraconservadora" mostrou o bode como um personagem que resiste e componentes com fantasia de coxinha e uma arma na mão.

Desfile da escola de samba Paraíso do Tuiuti - Foto: Fernando Grilli/Riotur
Após as críticas a Michel Temer no ano passado, a escola de samba Paraíso do Tuiuti levantou o público na Sapucaí com uma homenagem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticou Jair Bolsonaro e seus eleitores no carnaval deste ano. A escola fez um paralelo com Lula ao contar a história do bode Ioiô, eleito vereador na cidade Fortaleza em 1922. “Vocês que fazem parte dessa massa irão conhecer um mito de verdade: nordestino, barbudo, baixinho, de origem pobre, amado pelos humildes e por intelectuais, incomodou a elite e foi condenado a virar símbolo da identidade de um povo....

Após as críticas a Michel Temer no ano passado, a escola de samba Paraíso do Tuiuti levantou o público na Sapucaí com uma homenagem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticou Jair Bolsonaro e seus eleitores no carnaval deste ano.

A escola fez um paralelo com Lula ao contar a história do bode Ioiô, eleito vereador na cidade Fortaleza em 1922. “Vocês que fazem parte dessa massa irão conhecer um mito de verdade: nordestino, barbudo, baixinho, de origem pobre, amado pelos humildes e por intelectuais, incomodou a elite e foi condenado a virar símbolo da identidade de um povo. Um herói da resistência!”, dizia a sinopse do enredo.

Uma das alas finais, chamada “A peleja entre o bode da resistência e a coxinha ultraconservadora” mostrou o bode como um personagem que resiste e componentes com fantasia de coxinha e uma arma na mão.

Atrás dessa ala, o carro alegórico final se chamava “O auto de Ioiô: A resistência”. Mostrava o bode dando o coice em outro animal que lembrava um tanque de guerra. O carro também trazia a frase “Ninguém solta a mão de ninguém”.

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Ao final do desfile, houve gritos de Lula Livre entre as pessoas que acompanhavam na arquibancada.

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