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24 de outubro de 2016, 16h28

Polícia do Senado fez varredura na casa de Eduardo Cunha, diz diretor

A varredura foi realizada na residência oficial depois que Cunha teve a casa vasculhada pela Polícia Federal em dezembro do ano passado, em uma das etapas da Lava Jato. Por Redação O diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho, disse nesta segunda-feira (24) que fez uma varredura na residência oficial do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB)  para procurar possíveis grampos e escutas telefônicas. O pedido foi feito pelo próprio deputado quando ele ainda era presidente da Câmara. Pedro Carvalho foi preso em Brasília na última sexta-feira (21), durante a Operação Métis, da Polícia Federal, que cumpriu mandados de busca e...

A varredura foi realizada na residência oficial depois que Cunha teve a casa vasculhada pela Polícia Federal em dezembro do ano passado, em uma das etapas da Lava Jato.

Por Redação

O diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho, disse nesta segunda-feira (24) que fez uma varredura na residência oficial do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB)  para procurar possíveis grampos e escutas telefônicas. O pedido foi feito pelo próprio deputado quando ele ainda era presidente da Câmara.

Pedro Carvalho foi preso em Brasília na última sexta-feira (21), durante a Operação Métis, da Polícia Federal, que cumpriu mandados de busca e apreensão dentro do Senado Federal. As informações foram divulgadas pelo site Globo.com.

Os policiais federais prenderam Carvalho e outros três policiais legislativos, suspeitos de retirar grampos e ajudar senadores investigados na Lava Jato e em outras operações.

No caso de Eduardo Cunha, conforme Carvalho afirmou aos investigadores, a varredura foi realizada na residência oficial depois que Cunha teve a casa vasculhada pela Polícia Federal em dezembro do ano passado, em uma das etapas da Lava Jato.

Veja também:  Moro passa pela prova do Senado, ganha fôlego, mas deixa um fio desencapado sobre os dados do Telegram

Cunha está preso em Curitiba (PR), por ordem do juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal.

Foto de Capa: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

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