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17 de janeiro de 2020, 07h20

Além de não ser demitido, Wajngarten também não afasta gestor de sua empresa, irmão de seu número 2 no governo

O gestor da Comunicação do governo também desencadeou crise na Comunicação ao afirmar que explodiram as pontes da imprensa com o governo

Foto: Reprodução/Roda Viva

Não é só o uso da gestão pública para faturar no privado o que tem incomodado auxiliares do presidente Jair Bolsonaro no caso do secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten. Segundo disseram interlocutores à coluna Painel, da Folha, a maneira como ele está agindo para se defender das denúncias também não agrada.

A avaliação é que ele deveria ser mais efetivo e afastar Fabio Liberman, irmão de seu número 2 no governo, da gestão de sua empresa, a FW Comunicação.

Esse seria um dos pontos frágeis da defesa do secretário, que vem alegando internamente não haver conflito de interesses.

De acordo com a coluna, colegas no governo querem que ele tire da frente crises futuras. Muitos consideram que, se não foi ilegal o que ele fez, é pelo menos “imoral” e “pegou mal”: administrar a publicidade oficial e, ao mesmo tempo, gerir uma empresa que presta serviços a emissoras e agências.

Outro ponto curioso da história é que o gestor da Comunicação do governo desencadeou também uma crise na Comunicação.

Aliados do presidente afirmam que não ajuda em nada Wajngarten afirmar que “explodiram as pontes de comunicação da imprensa com o governo”. Mesmo assim, o próprio Bolsonaro mandou repórter da Folha “calar a boca” nesta quinta-feira.

Wajngarten consultou o presidente e recebeu sinal verde para se pronunciar.

 

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