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28 de dezembro de 2019, 10h11

Alexandre Frota faz acordo com boate gay que o processava por não ter aparecido em show

O caso se arrastava desde 2007

Foto: Divulgação

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) fez acordo e vai pagar R$ 50 mil para a empresa que o processou em 2007 por um calote em uma boate gay em Brasília.

A empresária Nice Pereira faria, em 2006, uma “Festa do Orgulho Gay em Brasília”. A festa teria como estrela Alexandre Frota, que atuava em filmes pornôs. O atual deputado federal assinou um contrato com cachê de R$ 2 mil — metade paga logo após a assinatura, metade pouco antes da festa—, fora diárias e passagens de São Paulo.

Ele topou fazer no mínimo uma hora e meia de show na “Oficina Dancing Bar”, a 15 quilômetros do Congresso Nacional. Mas Frota não foi. A empresária se irritou e reclamou à Justiça danos materiais e morais — só conseguiu sentença favorável para o primeiro pleito. Desde então, o processo corria no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

No início do ano, a Câmara dos Deputados recebeu um ofício da corte pedindo detalhes do salário do parlamentar, para avaliar se mandava penhorar o valor. Frota, no entanto, já tinha parte dos seus ganhos penhorados por outra dívida.

Segundo a empresária, advogados do deputado a procuraram e foi fechado um acordo de R$ 50 mil. A dívida acumulada já passava de R$ 80 mil.

Com informações da coluna de Guilherme Amado na Época


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