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03 de março de 2019, 13h09

Alexandre Garcia recebe críticas ao dizer que “primeiro, distribuem camisinhas; depois, alertam que assédio é crime”

"A estupidez e o machismo de Alexandre Garcia não causam perplexidade. Afinal, como dizia o Barão de Itararé: "de onde menos se espera, daí que não sai nada mesmo", tuitou Guilherme Boulos

Alexandre Garcia e Bolsonaro (Foto: Marcos Corrêa/PR)

Com relação estreita com o clã Bolsonaro, o jornalista Alexandre Garcia, virou alvo de críticas no Twitter neste sábado (2) após relacionar a distribuição de camisinhas a uma campanha de conscientização a respeito do assédio no Carnaval, divulgada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

No alerta da PM, publicado no Twitter, de que o “não” deve ser respeitado e que os órgãos competentes estarão trabalhando para receber as denúncias de crimes de importunação sexual”, o jornalista comentou: “Fico pensando na perplexidade dos foliões, entre dois estímulos: primeiro, distribuem camisinhas; depois, alertam que assédio é crime.”

A comparação entre as campanhas de combate ao assédio e ao abuso sexual à prevenção de ISTs (infecções sexualmente transmissíveis, como a comunidade médica agora trata as anteriormente chamadas DSTs) incomodou internautas ,como Marlene que tuitou “A indicação de uso de camisinha não significa liberar assédio, idiota ! Quem desconhece consentimento é estuprador!”

Guilherme Boulos, professor e coordenador do MTST,  também comentou. “A estupidez e o machismo de Alexandre Garcia não causam perplexidade. Afinal, como dizia o Barão de Itararé: “de onde menos se espera, daí que não sai nada mesmo”.

Carlos Minc também fez críticas. “Alexandre Garcia não sabe a diferença entre sexo consentido, prazeroso e assédio sexual- crime! Contra camisinha? Em 1980 pusemos um camisão de 18 metros no obelisco da Rio Branco, com Betinho, para o Cumpra-se da minha lei que disponibiliza camisinha, então criticada pela Igreja”.

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