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31 de outubro de 2019, 20h08

Apesar do recuo, Eduardo Bolsonaro diz que não cometeu crime: “Quem tem que me julgar é meu eleitor”

“A imunidade é sobre opiniões, palavras e votos, imunidade para falar e não para roubar”, tuitou o filho do presidente, a respeito de suas declarações em defesa do AI-5

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Apesar de ter voltado atrás em suas declarações em defesa do AI-5, talvez temendo as consequências diante da repercussão, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) demonstrou, via Twitter, que não se arrependeu do que disse.

“A imunidade é sobre opiniões, palavras e votos, imunidade para falar e não para ROUBAR. PGR Augusto Aras fez interpretação correta do dispositivo. Não cometi crime algum. Quem tem que me julgar é meu eleitor”, postou, mantendo a tradicional empáfia.

O filho do presidente se referiu ao fato de Augusto Aras, procurador-geral da República (PGR), ter avaliado que a declaração de Eduardo sobre “um novo AI-5” se tratava de uma opinião, que está protegida pela imunidade parlamentar.

Recuo estratégico

Após a repercussão por suas afirmações em entrevista à jornalista Leda Nagle, Eduardo voltou atrás: “Eu talvez tenha sido infeliz em falar no AI-5, porque não existe qualquer possibilidade de retorno do AI-5, mas, nesse cenário [de manifestações como as do Chile] o governo tem que tomar as rédeas da situação. Não pode, simplesmente, ficar refém de grupos organizados para promover o retorno. […] Não convém a mim a radicalização”.


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