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03 de outubro de 2019, 11h44

Austeridade: Secom de Bolsonaro quer mais que dobrar gastos do governo com publicidade

"Ele é um amante da livre comunicação, desde que ela seja verdadeira, justa e isenta", declarou sobre Bolsonaro

Foto: Reprodução Roda Viva

Em tempos de contingenciamento, o secretário da Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Fabio Wajngarten, afirmou, em evento que reuniu as principais agências de publicidade de São Paulo, que quer aumentar em duas vezes e meia seu orçamento.

Segundo o executivo, a Secom tem quase R$ 120 milhões de verba para investimento em mídia em 2019. Para ele, o número está longe do ideal. “Tenho atuado para que o orçamento de 2020 seja, no mínimo, duas vezes e meia maior. Determinados ministérios têm orçamentos maiores do que a Secom. São aberrações que a gente não pode ser mais conivente”, afirmou.

Amante da livre comunicação

Questionado sobre a maneira do presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ) atuar no dia a dia da comunicação, Wajngarten disse que “o presidente foi eleito sem recurso e sem apoio” e que tem certeza que ele atua assim porque “é muito duro receber ataques indevidos”. “Ele é um amante da livre comunicação, desde que ela seja verdadeira, justa e isenta”, declarou.

Sobre a interferência de Carlos Bolsonaro, um dos filhos do presidente, na secretaria, Wajngarten foi enfático. “Eu vi o Carlos apenas três vezes. Hoje, ele dá zero palpite na Secom”, afirmou.

Com informações do UOL

 


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