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31 de março de 2019, 10h26

Autora da placa de Marielle, que virou símbolo de resistência, permanece em segredo

A placa foi, durante um ato na Cinelândia, afixada sobre outras do mobiliário urbano. Assim, Marielle ganhou as ruas, literalmente

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O segredo é guardado até hoje. Mas, sem revelar o nome do santo, a história pode ser contada.

Uma das homenagens mais emocionantes à vereadora Marielle Franco, morta junto com o motorista Anderson Gomes, em 14 de março do ano passado, foi a criação de uma placa, com o nome dela e a expressão: “defensora dos direitos humanos, covardemente assassinada”.

A placa foi, durante um ato na Cinelândia, afixada sobre outras do mobiliário urbano. Assim, Marielle ganhou as ruas, literalmente.

A partir de então, a placa ganhou importância e gerou polêmica.

Eleito com o apoio maciço do clã Bolsonaro, o deputado estadual Rodrigo Amorim (PSL/RJ), se notabilizou por quebrar a placa, ao lado do colega de partido, Daniel Silveira (PSL/RJ, em um comício durante as eleições. O deputado colocou a mesma emoldurada em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A ideia da placa foi de uma mulher, cujo nome não é revelado.

O fenômeno teve início em Benfica. Dono de uma gráfica no bairro da Zona Norte, Sidnei Balbino conta que foi procurado por uma amiga militante, à época, para produzir a peça destinada à manifestação.

Sem identificá-la, ele só diz que não imaginava que tanta coisa aconteceria, a partir daquele singelo pedido.

Com informações do Extra


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