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23 de março de 2018, 17h10

Bancada do PT repudia agressões sofridas por mulheres durante a caravana de Lula no RS

Os episódios protagonizados por uma minoria pautada pela intolerância e uma agenda autoritária e fascista, e, no caso de Cruz Alta, misógina e machista, não podem passar impunemente

“Não nos submeteremos a esta minoria violenta. Seguiremos na defesa da democracia, dos direitos do povo trabalhador, dos direitos das mulheres e das maiorias excluídas do Brasil”, diz a nota divulgada pela bancada do PT – Foto: Ricardo Stuckert

A bancada do PT na Câmara dos Deputados divulgou uma nota de repúdio às agressões sofridas por mulheres, durante a passagem da caravana do ex-presidente Lula por cidades do Rio Grande do Sul. O texto é assinado pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder da bancada. Acompanhe a íntegra:

“A Bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados repudia os atos de violência que têm sido promovidos por membros de antigas oligarquias e elites com motivações fascistas do Rio Grande do Sul durante a Caravana de Lula pelo estado, em especial no dia 22 de março, em Cruz Alta.

As militantes do PT Ieda Alves, Daniele Mendes, Suzana Machado Ritter e Deise Miron foram vítimas de agressões, sendo que a última, devido à gravidade dos ferimentos, teve que ser hospitalizada.  Diante da gravidade desses atos de barbárie, exigimos a apuração imediata e a punição exemplar dos agressores.

A Caravana de Lula pelo Rio Grande do Sul, iniciada na última segunda-feira (19), tem-se caracterizado como um espaço de diálogo com a população e os movimentos sociais e populares nas diferentes regiões do estado, sempre pautada pela defesa da democracia, de políticas públicas setoriais, dos direitos do povo trabalhador e de um modelo econômico para o Brasil que gere desenvolvimento, renda, empregos e justiça social.

Os episódios protagonizados por uma minoria pautada pela intolerância e uma agenda autoritária e fascista – e, no caso de Cruz Alta, misógina e machista — , não podem passar impunemente.  As motivações dos atos violentos que atingiram nossas companheiras têm o mesmo fundo ideológico que levou à execução de Marielle Franco, no Rio de Janeiro.

Não nos submeteremos a esta minoria violenta.  Seguiremos na defesa da democracia, dos direitos do povo trabalhador, dos direitos das mulheres e das maiorias excluídas do Brasil.

Toda solidariedade e apoio às companheiras, às suas famílias e aos companheiros de lutas”.

Brasília, 23 de março de 2018

Paulo Pimenta (PT-RS), líder da Bancada na Câmara dos Deputados


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