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30 de janeiro de 2020, 14h46

Bilionário, secretário de privatização de Bolsonaro diz que petroleiros são privilegiados

Secretário de "Desestatização" do governo Jair Bolsonaro, Salim Mattar foi às redes sociais criticar o anúncio de greve dos servidores da Petrobras que, segundo ele, seriam "privilegiados que trabalham nas estatais"

Salim Mattar, secretário de Desestatização de Jair Bolsonaro (Divulgação)

Com uma fortuna estimada em R$ 1,8 bilhão, o secretário de “Desestatização” do governo Jair Bolsonaro, Salim Mattar, foi às redes sociais criticar o anúncio de greve dos petroleiros que, segundo ele, seriam “privilegiados que trabalham nas estatais”.

“Os petroleiros, que são bem remunerados e têm uma série de benefícios e privilégios por trabalharem numa estatal, anunciaram greve a partir de sábado. A Petrobras considera a mobilização descabida. Enquanto isso 12 milhões de brasileiros comuns seguem procurando emprego”, tuitou, comparando à massa de desempregados no setor privado, do qual faz parte.

Salim Mattar, que repassou R$ 2,92 milhões a 28 candidaturas nas eleições de 2018 – entre elas de Onyx Lorenzoni e Romeu Zema – e ocupou um cargo público após a eleição de Bolsonaro para vender as empresas estatais, disse que o Brasil tem “duas categorias de trabalhadores: os privilegiados que trabalham nas estatais e os demais”.

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