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07 de fevereiro de 2020, 15h13

Bolsonaro deve esconder em outra área da Secom publicitário que teve foto íntima divulgada

A equipe do presidente avalia terceirizar o influenciador para evitar conflitos com evangélicos, que criticaram a nomeação

Luiz Galeazzo/Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro congelou a indicação do publicitário Luiz Galeazzo para o comando da Diretoria de Conteúdo e Gestão de Canais Digitais da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom). A equipe do presidente avalia realocar o influenciador em outra área do órgão e assim evitar conflitos com evangélicos, que criticaram a nomeação.

As reclamações vieram depois que o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) divulgou fotos íntimas de Galeazzo nas redes sociais. Além disso, o publicitário acumula polêmicas nas redes, que foram deletadas após a sua nomeação, como uma série de comentários misóginos e machistas, além de ataques à esquerda.

De acordo com fontes do repórter Gustavo Uribe, da Folha de S. Paulo, a equipe do presidente agora cogita terceirizar Galeazzo em uma das empresas que prestam serviço para a comunicação institucional do governo.

O publicitário foi convidado para a função pelo chefe da Secom, o secretário Fabio Wajngarten, investigado pela Polícia Federal por supostas práticas de corrupção passiva.

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