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19 de agosto de 2019, 11h41

Após censura de Bolsonaro, BB estreia comercial mais conservador

A peça publicitária vetada ficou cerca de 15 dias no ar e tinha a presença de atores com tatuagens e cabelos coloridos, além de uma personagem transexual, focando na diversidade dos jovens brasileiros

Imagem do comercial censurado por Bolsonaro - Foto: Reprodução

O Banco do Brasil lançou seu primeiro comercial depois do veto do presidente Jair Bolsonaro à campanha inicial, veiculada em abril. A nova propaganda continua destacando o processo digital de abertura de contas, através de aplicativo, mas adota uma comunicação mais conservadora.

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O comercial vetado ficou cerca de 15 dias no ar e tinha a presença de atores com tatuagens e cabelos coloridos, além de uma personagem transexual, focando na diversidade dos jovens brasileiros. Na época, Bolsonaro afirmou que a linha publicitária do banco havia mudado e que era necessário “respeito à família”. Ainda, exonerou o diretor de Comunicação e Marketing do banco, Delano Valentim.

Atualmente, o Banco do Brasil está passando por um processo de desmonte proposto pelo governo Jair Bolsonaro, com um programa de demissão dos funcionários e medidas como redução de cargos e agências. Em maio, nos EUA, o ministro da Economia, Paulo Guedes, falou que a intenção é fundir o BB com o Bank of America.

 


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