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31 de outubro de 2019, 06h31

Bolsonaro cita Lei de Segurança Nacional e chama caso de porteiro de “plano para incriminar o presidente e desestabilizar o Brasil”

Bolsonaro diz que o porteiro é "aquele que menos tem culpa nesse novo crime de vazamento (vazamento e possível LSN)", referindo-se à Lei de Segurança Nacional, muita usada durante a Ditadura no Brasil para reprimir protestos contra o regime militar

Foto: Reprodução/Facebook

Em publicação nas redes sociais na noite desta quarta-feira (30), Jair Bolsonaro classificou o caso de seu suposto envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol) e do motorista Anderson Gomes de “plano para incriminar o Presidente e desestabilizar o Brasil”.

“O caso Marielle, a TV Globo e as autoridades em um plano para incriminar o Presidente e desestabilizar o Brasil. Com áudios da portaria nas mãos, os responsáveis pela investigação não poderiam citar o então Deputado Jair Bolsonaro como possível mandante do crime”, publicou em seu Facebook, com a imagem de um despacho do Advogado-Geral da União, André Mendonça, sobre o caso.

Bolsonaro ainda disse que o porteiro é “aquele que menos tem culpa nesse novo crime de vazamento (vazamento e possível LSN)”, referindo-se à Lei de Segurança Nacional, muita usada durante a Ditadura no Brasil para reprimir protestos contra o regime militar.

Em seu despacho, que pede que a Procuradoria-Geral da República abra inquérito para investigar o envolvimento de servidores públicos no vazamento da informação, André Mendonça cita a Lei de Segurança Nacional para dizer que “constitui crime caluniar ou difamar o presidente da República”.

Segundo Bolsonaro, “muitas autoridades tiveram acesso a um processo que corria em segredo de justiça”.

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