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30 de julho de 2019, 22h42

Bolsonaro critica regras que definem trabalho análogo à escravidão e diz que vai mudar a lei

“O Estado que estávamos construindo até pouco tempo era um estado totalitário, um estado socialista. Pelas leis, nós estamos cada vez mais nos aproximando do socialismo ou do comunismo”, tentou argumentar

Foto: Marcos Corrêa/Divulgação Presidência

Jair Bolsonaro voltou a causar revolta ao criticar, durante solenidade no Palácio do Planalto, nesta terça-feira (30), as regras que definem o que é trabalho análogo à escravidão. O presidente disse que seu governo vai promover mudanças na lei atual que cuida do assunto.

“Tem juristas que entendem que trabalho análogo à escravidão também é escravo”, disse. Declarou, ainda, que as regras têm de ser adaptadas à “evolução” e que a ordem para as alterações foi passada para todos os ministros.

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“O Estado que estávamos construindo até pouco tempo era um estado totalitário, um estado socialista. Pelas leis, nós estamos cada vez mais nos aproximando do socialismo ou do comunismo. O Estado mandava em tudo e em todos, mais que general em quartel”, disse.

Gafe

Como de costume, Bolsonaro cometeu mais uma gafe, ao citar o conceito marxista de luta de classes, que define o antagonismo entre pessoas que ocupam classes sociais diferentes por fatores econômicos.

“A luta de classes não é apenas branco e negro, homo e hétero, pai e filho, nordestinos e sulistas. Também é pregado pela esquerda muito como patrão contra empregador”, afirmou.

Com informações da Folha de S.Paulo


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