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24 de outubro de 2019, 06h29

Bolsonaro fará guerra jurídica para ficar com parte do fundo milionário do PSL caso deixe a sigla

A sigla recebe cerca de R$ 8,3 milhões mensais do fundo e a previsão é que em 2020, ano decisivo nas eleições municipais, o montante chegue a R$ 359 milhões

Foto: José Dias/PR

Jair Bolsonaro já está mobilizando seus advogados para lutar na Justiça por parte do fundo partidário milionário do PSL caso realmente deixe – ou seja expulso – do partido. A sigla recebe cerca de R$ 8,3 milhões mensais do fundo e a previsão é que em 2020, ano decisivo nas eleições municipais, o montante chegue a R$ 359 milhões.

Admar Gonzaga, que faz a defesa de Bolsonaro, quer que a Justiça Eleitoral divida os recursos do fundo do PSL com a sigla de destino quando mais da metade dos deputados federais eleitos debandarem em grupo da legenda, trocando-a por outra.

Segundo a coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na edição desta quinta-feira (24) da Folha de S.Paulo, a proposta foi apresentada a aliados do Planalto.

Colapso em São Paulo
Principal alvo da disputa interna do partido, o PSL paulista pode entrar em colapso financeiro. Como ele está proibido de receber repasses do diretório nacional devido a uma penalidade aplicada pelo TSE no ano passado, o caixa é sustentado pela contribuição dos diretórios municipais, que foram quase todos destituídos por Eduardo Bolsonaro.

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