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24 de setembro de 2019, 14h13

Chanceler cubano diz que Bolsonaro delirou ao falar sobre Cuba na ONU: “Saudade dos tempos da ditadura”

Bruno Rodríguez Parrilla rebateu parte do discurso de Bolsonaro, que afirmou que os médicos cubanos que atuaram no programa Mais Médicos no Brasil "tiveram 75% de seus salários confiscados pelo regime e foram impedidos de usufruir de direitos fundamentais, como o de ir e vir"

Bolsonaro discursa durante a abertura do Debate Geral da 74ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (Foto: Alan Santos/PR)

O ministro de Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, rebateu parte dos ataques feitos à ilha por Jair Bolsonaro, que durante discurso na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas nesta terça-feira (24) disse que médicos cubanos que atuaram no programa Mais Médicos no Brasil “tiveram 75% de seus salários confiscados pelo regime e foram impedidos de usufruir de direitos fundamentais, como o de ir e vir”.

Para Parrilla, Bolsonaro estava delirando durante seu discurso, com saudades da ditadura militar no Brasil.

“Rejeito veementemente a calúnia de Bolsonaro sobre #Cuba e cooperação médica internacional. Delírio e saudade dos tempos da ditadura militar. Deve lidar com a corrupção em seu sistema de justiça, governo e família. É a líder do aumento da desigualdade no Brasil”, afirmou o chanceler cubano.


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