Fórum Educação
21 de Maio de 2020, 07h53

Considerada “fora da casinha” no governo, Regina Duarte pediu CEO para a Cultura

Segundo Carla Zambelli, "preocupado com o fato de ela ter rompido com a TV Globo e para que ela não ficasse desamparada", Bolsonaro ofereceu cargo na Cinemateca a Regina Duarte, que deixou salário de pelo menos R$ 60 mil na TV ao entrar para o governo

Regina Duarte e Bolsonaro - Foto: Reprodução

Sem clareza para entender a gestão pública, Regina Duarte, que deixou o comando da Secretaria Nacional de Cultura nesta quarta-feira (20), era considerada “fora da casinha” entre o núcleo duro do governo Jair Bolsonaro, segundo a revista Veja.

A atriz, que deixou um salário de pelo menos R$ 60 mil mensais da Globo para entrar para a política, teria pedido a Bolsonaro um CEO para poder comandar a pasta enquanto atuaria como uma consultora geral, dando ideias e direcionamentos a serem tomados.

A proposta “fora da casinha” não foi acatada por Bolsonaro, que teria, então, deixado a atriz escolher um cargo federal em São Paulo. Segundo a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), que tutelou a ex-secretária, o presidente deu o comando da Cinemateca Brasileira com o objetivo de não deixar a atriz “desamparada”.

“Posso dizer com toda certeza. A Regina Duarte ainda não fez a saída dela. Houve a comunicação que a Regina gostaria de voltar para São Paulo e o presidente, preocupado com o fato de ela ter rompido com a TV Globo e para que ela não ficasse desamparada, conversou sobre a possibilidade de ela assumir uma função em um local importantíssimo e que hoje está muito em segundo plano, que é a Cinemateca”, disse Zambelli.


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