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12 de julho de 2019, 08h04

Depois da Previdência, governo já estuda recriar CPMF em reforma tributária radical

Segundo fonte ouvida pela Reuters, o fato de a CPMF — que foi criada em 1996, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso — ter vigorado por mais de uma década no Brasil com escala e “comprovação de eficácia” denota que o modelo é passível de implementação

O ministro da Economia, Paulo Guedes (Divulgação)

Depois de comprar apoio de grande parte do Congresso para passar a reforma da Previdência, o ministro da Economia de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, já trabalha para ressuscitar um imposto único sobre pagamentos, nos moldes da extinta CPMF, como espinha dorsal em uma versão mais radical da reforma tributária.

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“A possível (reforma) que está se estudando realmente é o 5 em 1 federal. Quer dizer IPI, PIS, Cofins, Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL), contribuição sobre folha de pagamento, tudo isso unificado numa alíquota única em cima de transações”, afirmou uma fonte ouvida pela Agência Reuters.

Histórico defensor do imposto único, o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, há tempos argumenta que, ao ser cobrado sobre transações financeiras nas duas pontas (tanto por quem paga quanto por quem recebe), o modelo de tributo torna a sonegação impossível, ao mesmo tempo que não demanda uma grande estrutura de fiscalização, tampouco instrumentos complexos para pagamento e declaração.

Segundo a fonte ouvida pela Reuters, o fato de a CPMF — que foi criada em 1996, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso — ter vigorado por mais de uma década no Brasil com escala e “comprovação de eficácia” denota que o modelo é passível de implementação.

Leia reportagem completa na Reuters


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