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24 de julho de 2019, 07h57

Magoado, Weintraub diz que Santarém “não é antro de drogas, de gente de esquerda” que quer “balbúrdia”

O ministro ainda acusou membros de ONGs internacionais, "vestidos com cocar", de serem os responsáveis pelo protesto, que ofereceu a ele um prato de kafta

O ministro da Educação, Abraham Weintraub (Reprodução/Youtube)

Ainda magoado com os protestos contra o governo do qual faz parte, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse em entrevista à mídia local que Santarém (PA) – onde passa férias com a família pouco mais de três meses depois de ter assumido o cargo – não é um antro de “drogas e de gente de esquerda” que quer “balbúrdia”.

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“Isso não faz parte da realidade de Alter do Chão. Podem vir tranquilos. Não é um antro de drogas, não é um antro de gente de esquerda que quer fazer bagunça, balburdia. É seguro, é bonito. É Brasil, gente”, disse nesta terça-feira (23).

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O ministro ainda acusou membros de ONGs internacionais, vestidos com cocar, de serem os responsáveis pelo protesto contra ele na noite anterior. No ato, indígenas com cartazes contra a política educacional do governo foram oferecer ao ministro um prato de kafta. Ele, no entanto, se irritou e pegou o microfone usado pelo músico do restaurante para começar um discurso.

“O que aconteceu comigo e com a minha família, covardemente feito com as minhas crianças, não tem nada a ver com o Brasil e o brasileiro que a gente conhece. São ONGs internacionais que estão aqui, ficam caçando vagabundo, põem cocar na cabeça e dizem que é índio”, afirmou, segundo informações do jornal O Globo.


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