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02 de agosto de 2019, 09h16

Pannunzio: Bolsonaro vai matar a imprensa, fechar o Congresso e restabelecer a tortura

O problema não é mais saber se ele é um ditador, mas saber até onde Congresso e Supremo vão permitir que ele chegue

Fabio: Reprodução/Band

O jornalista Fabio Pannunzio, da Band, foi ao Twitter para denunciar o comportamento arbitrário de Jair Bolsonaro. Em uma sequência de tuítes, ele faz projeções pouco otimistas em relação ao futuro do país.

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Veja a sequência de tuítes de Pannunzio:

“Ele vai matar a Imprensa, fechar o Congresso, restabelecer a tortura, erigir estátuas e bustos aos bandidos que cultua. Vai matar a liberdade de expressão e pisar na cabeça do Direito, da Justiça, do bem-senso, do senso de humanidade, das artes e da cultura e dos mais fracos”.

“O problema já não é mais saber se ele é um ditador ou não. É saber até onde o Congresso e o Supremo vão permitir que ele chegue. Se ele se sentir à vontade, mais do que já está, um dia no futuro seremos colocados na mesma galeria onde estão a Itália e a Alemanha de 80 anos atrás”.

“Com Bolsonaro, Brasil se transformou numa terra de gente odiosa, covarde e inteiramente convertida ao mal por uma mistura de ignorância, burrice, perversão, complexo de inferioridade e déficit de caráter de seu presidentinho”.

“Um presidente, com ‘p’ minúsculo, que jamais nutriu o projeto de se fazer reconhecer como estadista. Que se elegeu para falsear a história e espalhar o ódio, seu fetiche pela morte e pela destruição de tudo o que o processo civilizatório construiu ao longo de milênios”.

“Repugnância de seu comportamento abjeto, da falta de noção e da crueldade. Vergonha de pertencer a um País que poderia ter optado por ser um Canadá, mas tomou o caminho das Filipinas”.

“Um ser das trevas incapaz de reconhecer o sofrimento do outro, incapaz de refrear seus piores instintos, com aquilo que o Villa classificou muito bem como um processo neofascista de poder. Ele me desperta dois sentimentos: repugnância e vergonha”.

“Depois de alguns dias no estaleiro, pensando, concluí que está errado dizer que o Bolsonaro é louco. Ele é apenas um sujeito de péssima índole, perverso ao extremo, descontando sua pequenez e sua frustração em todos os que pode pisotear com sua maldade extrema”.


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