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23 de agosto de 2019, 15h17

Queimadas e estiagem fazem governo do Acre decretar estado de emergência

O número de queimadas aumentou 190%, se comparado a 2018; de janeiro até 20 de agosto de 2019 foram registradas 2.498 ocorrências

Foto: Arquivo/Corpo de Bombeiros

As inúmeras queimadas e o longo período de estiagem no estado fizeram com que o governo do Acre decretasse, nesta sexta-feira (23), estado de emergência. O governador Gladson Cameli concedeu entrevista coletiva para falar sobre a situação.

“Os meses de agosto e setembro são historicamente de maior criticidade de ocorrência de incêndios florestais e queimadas urbanas, devido aos baixos índices de precipitação pluviométrica e fluviométrica, em consequência da baixa umidade relativa do ar e da elevada emissão de monóxido de carbono e material particulado no ar”, explica.

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O anúncio acontece uma semana após o governo ter decretado estado de alerta ambiental. Com a medida, a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) pôde pedir apoio técnico e logístico do estado para combater e controlar os incêndios ambientais.

A Reserva Extrativista Chico Medes também tem concentrado alto número de queimadas.

Aumento de 190%

Segundo informações da Secretaria do Meio Ambiente, o número de queimadas aumentou exponencialmente, se comparado a 2018. De janeiro até 22 de agosto do ano passado, foram registradas 852 queimadas. Em 2019, este número saltou para 2.498, entre janeiro até 20 de agosto, o que representa um aumento de 190%.

Em caso de comparação apenas dos dias de agosto, o aumento é ainda maior. De 1º a 22 de agosto de 2018, foram 408 focos de queimadas; hoje, são 2.123, o que significa um acréscimo de 400% no número de registros.


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