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18 de fevereiro de 2020, 13h52

Sem abrir investigação, Comissão de Ética engaveta caso de corrupção de Wajngarten na Secom

Wajngarten é dono de uma empresa que recebe por trabalhos desenvolvidos para clientes contratados pela própria Secom para ações publicitárias do governo, como as TVs Record e Bandeirantes

Fabio Wajngarten e Bolsonaro (Reprodução/Youtube)

Os tempos de engavetamento dos casos de corrupção voltaram ao Palácio do Planalto. Nesta terça-feira (18), a Comissão de Ética da Presidência arquivou, sem abrir investigação, por 4 votos a 2 as denúncias de corrupção na Secretaria de Comunicação, comandada por Fabio Wajngarten.

Wajngarten é dono de uma empresa que recebe por trabalhos desenvolvidos para clientes contratados pela própria Secom para ações publicitárias do governo, como as TVs Record e Bandeirantes, além da agência Artplan.

As três passaram a ser contempladas com percentuais maiores da verba da Secom na gestão de Wajngarten, que começou em abril passado, o que configura, no mínimo, conflito de interesses.

Em depoimento à Comissão de ética, ele chegou a omitir informações sobre as atividades de sua empresa e os contratos mantidos por ela com TVs e agências de propaganda que têm contratos com a Secretaria.


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