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24 de março de 2020, 07h54

Wajngarten “concorda integralmente” com Justus e diz que “do jeito que o coronavírus vem, vai embora”

Em vídeo com Eduardo Bolsonaro, primeiro infectado pela Covid-19 na comitiva presidencial diz concordar com o publicitário Roberto Justus, de que "estamos dando um tiro de canhão para matar um pássaro”

Eduardo Bolsonaro e Fábio Wajngarten (Reproução/Youtube)

Em isolamento há 13 dias – um número cabalístico, segundo Eduardo Bolsonaro – por causa do coronavírus, o secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten disse que “concorda integralmente” com o publicitário Roberto Justus, que disse nesta segunda-feira (23) que “estamos dando um tiro de canhão para matar um pássaro” ao explicar uma declaração em que disse que o coronavírus não passa de uma “gripezinha leve” que só “mata velhinhos”.

Assista: Um vídeo em resposta ao Roberto Justus e ao dono do Madero

“Acho que é importante a gente contextualizar esse vídeo do publicitário Roberto Justus, em que ele foi muito feliz”, diz Wajngarte, ressaltando que Justus contrapôs de “forma técnica” o apresentador Marcos Mion que, segundo o secretário de Bolsonaro, “alarmava sobre o número de mortos”.

“Respondendo objetivamente à sua pergunta, eu concordo integralmente com o Roberto. Tenho recebido ligações de inúmeros empresários e eu cito: Edgard Corona, da Bioritmo, Sebastião Bonfim, da Centauro, Roberto, CEO das Casas Bahia, todos muitos preocupados pela manutenção dos empregos, muito preocupados com a manutenção das cadeias logísticas, das cadeias de suprimentos. Todos muito preocupados com o que vai acontecer daqui a 15 dias se esse trancamento das cidades, como é que vai ser”, diz Wajngarten, na entrevista por Youtube a Eduardo Bolsonaro.

“A gente espera que a situação não venha piorar tanto e para isso a gente tem que contar com a racionalidade e não a histeria”, diz Eduardo. “Não há motivos para desesperos, do jeito que ele (coronavírus) chega, ele vai embora”, complementa Wajngarten.

No início da entrevista, Eduardo pergunta se em algum momento o secretário achou que ia morrer. “Zero. Muito importante tranquilizar as pessoas: do jeito que o vírus vem, o vírus vai embora”, disse, que deve realizar um novo teste nesta terça-feira (24).


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