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30 de outubro de 2019, 11h44

Carluxo faz investigação paralela e acessa possíveis provas no caso Marielle

Carlos teve acesso aos registros telefônicos do porteiro do condomínio Vivendas da Barra, onde seu pai e Ronnie Lessa são vizinhos

Foto: Reprodução/TV Globo

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) publicou um vídeo em suas redes sociais nesta quarta-feira (30) que mostra os registros telefônicos da portaria do condomínio Vivendas da Barra, onde seu pai e Ronnie Lessa são vizinhos. Carluxo não cita como conseguiu essas possíveis provas no caso de Marielle Franco, mas tais registros deveriam estar sob domínio da Polícia Civil, responsável pelas investigações.

Carlos alega que nenhum dos telefonemas do dia 14 de março de 2018, quando a vereadora Marielle Franco foi assassinada, apontam para uma visita à casa de seu pai. Ele diz que o ex-policial militar Élcio Queiroz, motorista do carro usado para matar Marielle, recebeu autorização direto da casa de Ronnie Lessa para entrar no condomínio, e não de Jair Bolsonaro, como informou o Jornal Nacional, com base em investigações da própria Polícia Civil do Rio de Janeiro.

“Nos registros, é mostrado que às 17:13, uma solicitação de entrada foi feita por uma pessoa de nome Elcio PARA A CASA 65. NEM ANTES, NEM DEPOIS DESSA LIGAÇÃO há tentativa de contato com Bolsonaro. ÁUDIO MOSTRA A CONVERSA DO PORTEIRO COM OUTRA PESSOA”, escreveu Carluxo, desesperado com as acusações que apontam para o seu pai.

A reportagem do JN tem perturbado o filho do presidente, que mesmo sem ter seu nome envolvido no caso até então, buscou meios de se proteger de acusações. Na madrugada desta quarta-feira (30), Carlos publicou nas redes sociais registros do Diário Oficial que relatam a sua presença em plenário na Câmara Municipal do Rio de Janeiro no dia do assassinato da vereadora.
 

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