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18 de fevereiro de 2020, 08h58

Caso Adriano da Nóbrega: Janaina Paschoal sobe o tom e diz que Bolsonaro acusa polícia

A deputada disse ainda: “na dúvida, melhor não permitir cremar o corpo do falecido”

Bolsonaro e Janaína Paschoal (Montagem)

Após afirmar que nunca foi “bolsonarista”, a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) voltou ao twitter poucas horas depois, na manhã desta terça-feira (18), para dizer que se surpreende a cada dia com o Brasil.

“Nunca imaginei testemunhar o Presidente acusando a Polícia de execução e um grupo de governadores (muitos esquerdistas) sustentando que a Polícia agiu no estrito cumprimento do dever legal!”, afirmou.

A deputada disse ainda que, “na dúvida, melhor não permitir cremar o corpo do falecido Adriano e constituir uma comissão mista para investigar o crime (Polícias locais, Polícia Federal, MPE e MPF)”.

Queima de arquivo

O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ) negou neste sábado, ter ligação com milícias e responsabilizou a “PM da Bahia, do PT” pela morte de Adriano Magalhães da Nóbrega, o capitão Adriano, que era procurado sob acusação de chefiar no Rio a milícia Escritório do Crime.

Bolsonaro afirmou que conheceu o miliciano em 2005, nunca mais teve contato com ele e citou a imprensa para afirmar que a morte do ex-PM foi “queima de arquivo”.


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