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03 de julho de 2019, 07h36

Chamado de traidor por deputados do PSL, Bolsonaro recua em reforma da previdência de policiais

Depois de manifestações de policiais em Brasília que gritavam "Bolsonaro traidor", o presidente se mobilizou para modificar a reforma e agradar sua base de apoio, a contragosto de Paulo Guedes

Reprodução/Facebook

Após manifestações de agentes de segurança pública que chamavam, junto a 20 deputados do PSL, o presidente Jair Bolsonaro de “traidor” por tê-los mantido fora do regime de previdência especial reservado aos militares na reforma da Previdência, Bolsonaro recuou.

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Sindicatos de policiais protestaram na segunda e na terça-feira (1 e 2) contra o regime proposto pelo ministro da Fazenda Paulo Guedes para a categoria, considerado por eles “pior aposentadoria policial do mundo”, e ecoaram gritos de “Bolsonaro traidor” na Câmara. A mobilização ganhou coro entre congressistas do PSL, partido do governo.

O recado chegou aos ouvidos do presidente que, a contragosto de Guedes, se mobilizou para modificar a reforma e agradar sua base de apoio. Bolsonaro conversou com o relator da previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP) e com outros deputados.

Ficou acordado também que Paulo Guedes não comentaria sobre a mudança, para não gerar mais instabilidade na reforma.


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